Cherry foi um bombom que nasce na Hungria, feito carinhosamente de chocolate amargo embrulhado em papel laminado na cor dourada com letreiro vermelho: Cherry. Outros como Cherry provavelmente já foram utilizados no filme da Matilda.
Cherry uniu-se em companhia de outros como ele em uma caixa decorada, mesmo que o único excepcional fosse ele.
Cherry viajou longas distâncias, enfrentando todo o Atlântico, correndo o risco de jamais chegar em seu destino.
Mas Cherry chegou, sublime, àquele que poderia ser o mais cômico dos destinos. Cortou territórios brasileiros e serviu como gesto de carinho ao ser presenteado à alguém por outro alguém, provavelmente mais especial que Cherry.
Mesmo que especial não fosse a palavra certa, serviria.
Cherry foi guardado em um lugar preparado só para ele, na certeza que precisava ser adorado por mais um tempo além daquele entre o Obrigada, eu adorei! e a delícia de saboreá-lo.
Mas Cherry foi saboreado por outra pessoa, equívoco ou não, mas foi.
Pois bem mãe, espero que tenha gostado de Cherry. Você é tão especial como ele. Possa eu te dizer que não me importo por ter sido você quem comeu Cherry, apesar da crise de inconformidade em meio as risadas. Você merecia todos os Cherrys do mundo.
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