segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Ele mexe comigo, esse garoto.


Ele traz vida às coisas inanimadas, e luz onde é treva. Ele fala com o silêncio, e diz que está mal quando exagera no estou muito bem. Ele tem o sorriso mais lindo do mundo, e a voz mais aprazível que conheço. Ele tem muitos sonhos, e consegue sempre ser maior do que cada um deles. Ele vicia, ele sempre deixa gosto de quero mais, sempre, esse menino. Ele me ensina línguas novas, me fala de lesmas cobertas de sal, me faz perder o sono. Ele me diz milhares de bom dia’s, de boa noite’s, de boa tarde’s, de bom almoço’s, de bom trabalho’s, de boa aula’s, de bom finde’s, de bom sonhos.

A ele são endereçadas cartas que não chegam, são emitidos sussurros que não são sentidos, e direcionadas palavras que não podem ser ouvidas. Ele está presente na mente que não reprime lágrimas, na face que não impede sorrisos, no coração, em cujo qual, não permite que existam espaços vazios.


E sem dizer nada me diga o tempo inteiro alguma coisa como eu sou o outro ser conjunto ao teu, 
mas não sou tu, 
e quero adoçar tua vida.
- Caio Fernando Abreu.

Bons sonhos Cold.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Linha do Tempo

Eis aqui, as imagens que já passaram pelo template do blog.

Primeiríssima:

... e até então, uma alma bondosa me presenteou com essa aqui.


Por motivos alheios à minha vontade, tive que me desfazer dela. Muito do que deu origem à essa imagem, já foi destruído faz tempo.

Então, surgiu essa aqui, com muito azul e uma lua.



E, por fim, a última que estava aqui no topo foi essa:


Fim.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Ouça o que eu digo, não ouça ninguém.

Sonhei com o mestre Yoda e ele me arremeçou uma pedra quando o chamei de Smigol. Me falou que o mundo acabaria em 2000, e ele chorou quando lhe contei que estávamos em 2010 e a tendência agora era 2012, de acordo com os povos pré-colombianos e por incrível que pareça, das Américas, sim, inteligente, apesar de fazerem cabeças rolarem. No sonho eu votava em Bob Marley para presidente do Brasil, lembrando de sua campanha que não existiu e de sua eleição por unanimidade... Toda unanimidade é burra, como dizia Nelson Rodrigues, carinhosamente dispersado por meu professor de história em uma aula sobre o feudalismo, no qual não havia unanimidade alguma. E a música do Engenheiros ao fundo dizia: Ouça o que eu digo.. e não ouça ninguém. Eu ouvo, do verbo ouvir, tudo o que vem de mim. Como disse pra minha mãe momentos antes da crise de chorar de tanto rir... Eu sei que temos problemas, mas os outros não precisam saber disso.