domingo, 10 de janeiro de 2010

Dos tempos de Paulo Coelho

Analisando meu arquivo pessoal da caixa azul, achei uma agenda do tempo que lia Paulo Coelho compulsivamente. Não tenho total certeza, mas acredito ser um techo da obra Onze Minutos, e me faz muito mais sentido agora do que na época que anotei ele naquela folha colorida.

No amor ninguém pode machucar ninguém; cada um é responsável por aquilo que sente e não podemos culpar o outro por isso... Já me senti ferida quando perdi o homem por quem me apaixonei... Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém... Essa é a verdadeira experiência de ser livre: ter a coisa mais importante do mundo sem possuí-la.

E a protagonista era mulher sim. Por Maria.

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