Analisando meu arquivo pessoal da caixa azul, achei uma agenda do tempo que lia Paulo Coelho compulsivamente. Não tenho total certeza, mas acredito ser um techo da obra Onze Minutos, e me faz muito mais sentido agora do que na época que anotei ele naquela folha colorida.
No amor ninguém pode machucar ninguém; cada um é responsável por aquilo que sente e não podemos culpar o outro por isso... Já me senti ferida quando perdi o homem por quem me apaixonei... Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém... Essa é a verdadeira experiência de ser livre: ter a coisa mais importante do mundo sem possuí-la.
E a protagonista era mulher sim. Por Maria.
No amor ninguém pode machucar ninguém; cada um é responsável por aquilo que sente e não podemos culpar o outro por isso... Já me senti ferida quando perdi o homem por quem me apaixonei... Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém... Essa é a verdadeira experiência de ser livre: ter a coisa mais importante do mundo sem possuí-la.
E a protagonista era mulher sim. Por Maria.
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