Não vou falar da analogia de beber, rir e cair. De a bebida entra, verdade sai, ou ainda a de tá ruim, vamos beber...
Vinho: é gostoso, aquece nesse inverno e relaxa o corpo.
Mais a mente que o corpo, bem mais aliás. Parece mágica. É como se precisasse de um ritual pra que o vinho realmente te faça ir às alturas. Um anestésico para dores, um redutor de tormentas e (discretamente) abre a alma para novos valores. Paciência, o que acontece não é momentâneo, tem resultados positivos.
Mas há de se acrescentar: se acredita que não há dores, tormentas ou necessidade de novos valores, o vinho ainda é um ótimo hipnótico.
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